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BIOMED

Artigo · 11 de dezembro de 2020

Cateter de longa permanência na hemodiálise: quando e por quê

Cerca de um em cada dez pacientes dialíticos brasileiros usa cateter de longa permanência. Entenda quando o tunelizado tipo Permcath é indicado, por onde é inserido e por que o manuseio treinado é decisivo.

Os cateteres venosos centrais de longa permanência são um importante fator de risco para infecção, com alto índice de mortalidade associado. Por isso é imprescindível que sejam manipulados por profissionais treinados: o manuseio inadequado abre caminho para complicações como infecção e obstrução.

Quem usa o cateter de longa permanência

O censo da Sociedade Brasileira de Nefrologia estimava mais de 120 mil pacientes em tratamento dialítico no Brasil, com cerca de 11% utilizando cateteres de longa permanência, tipicamente quando não há condição de confecção da fístula arteriovenosa ou enquanto ela matura.

Como e onde é inserido

O cateter semi-implantável tunelizado (tipo Permcath) é inserido em veia central, geralmente a jugular, no pescoço; alternativamente a subclávia, no tórax, ou a femoral, na virilha. Além da hemodiálise, também é utilizado para coleta e infusão de células em pacientes oncológicos (transplante de células-tronco hematopoiéticas).

A Biomed reconhece o papel crítico desse dispositivo e disponibiliza aos seus parceiros cateteres de longa permanência de alta performance, de marca reconhecida internacionalmente.

Perguntas frequentes

Quando o cateter de longa permanência é indicado?

Em pacientes com insuficiência renal crônica em diálise quando não há condições de confecção da fístula arteriovenosa, ou enquanto ela não está apta ao uso.

Onde o cateter tunelizado é inserido?

Geralmente na veia jugular, no pescoço; alternativamente na subclávia (tórax) ou na femoral (virilha), sempre com a ponta em veia central.

Por que o manuseio por profissionais treinados é tão importante?

Cateteres venosos centrais de longa permanência são importante fator de risco para infecção, com alta mortalidade associada. Manipulação treinada reduz complicações como infecção e obstrução.

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