Artigo · 28 de junho de 2021
Acesso venoso para hemodiálise: cateter, fístula ou enxerto?
O resultado da diálise depende da qualidade do acesso vascular. Compare os três acessos (cateter central, fístula arteriovenosa e enxerto vascular) e entenda o papel de cada um no tratamento.
Os rins desempenham funções essenciais: eliminam produtos indesejáveis do metabolismo, ativam a vitamina D, mantêm o volume extracelular e o equilíbrio ácido-base e exercem ação endócrina, estimulando a produção de glóbulos vermelhos.
No paciente com insuficiência renal, os produtos do metabolismo se acumulam progressivamente: há retenção de líquido sob forma de edema e perda da capacidade de equilibrar eletrólitos como potássio, sódio, cálcio, magnésio e fósforo.
Os três acessos possíveis
Quem realiza hemodiálise precisa de um serviço de referência e de um bom acesso venoso. São três os métodos mais comuns: cateteres centrais, fístulas arteriovenosas e enxertos vasculares.
O tratamento dialítico efetivo depende diretamente da qualidade do acesso vascular. O cateter duplo lúmen atende situações emergenciais e serve de acesso temporário para pacientes que aguardam a confecção ou a maturação da fístula arteriovenosa; a FAV é o acesso definitivo preferencial; e o enxerto vascular entra quando as veias nativas não permitem a fístula.
Perguntas frequentes
Quais são os três acessos para hemodiálise?
Cateteres venosos centrais, fístulas arteriovenosas (FAV) e enxertos vasculares. A escolha depende da condição do paciente, da urgência e da qualidade das veias nativas.
Quando o cateter duplo lúmen é usado?
Em situações emergenciais ou como acesso temporário enquanto o paciente aguarda a confecção ou a maturação da fístula arteriovenosa.
Por que os rins são tão importantes?
Além de eliminar produtos do metabolismo, os rins ativam a vitamina D, regulam o volume extracelular e o equilíbrio ácido-base e estimulam a produção de glóbulos vermelhos.



